
Doce maresia se abate
na esbelta ondulação
harmonioso som liberta
água salgada revoltaque acalma na rebentação
Na vazante, brilho de luz
reflexo da lua cheia
terna a sua paixão
concubina da solidão
amante da saudade
espelho da emoção
Na sua água fria
encontro o calor
ténue da dor
da distância sentida
deste novo ardor
33 comentários:
"(...)Na sua água fria encontro o calor ténue da dor (...)"
Fascinante este teu poema sobre o mar.
obrigada.
do fundo do Oceanus
Beijo fantasma.
Adorei.....
O Mar calmante inspirador das paixões...
Beijinhos
BF
Um amor revigorado é ardor que consome mais do que ontem e menos que amanhã... que esse ardor de querer ter o que já teve, o que tem e o que terá renovado, mais intenso é maresia de uma noite de luar que abranda o ardor dos corações em exaltação pelo AMOR manifesto em acção.
Está lindo o poema e a foto magnifica...adoro os reflexos dos astros no mar..é simplesmente fantástico.
Serenos sorrisos
Um amor revigorado é ardor que consome mais do que ontem e menos que amanhã... que esse ardor de querer ter o que já teve, o que tem e o que terá renovado, mais intenso é maresia de uma noite de luar que abranda o ardor dos corações em exaltação pelo AMOR manifesto em acção.
Está lindo o poema e a foto magnifica...adoro os reflexos dos astros no mar..é simplesmente fantástico.
Serenos sorrisos
(P.S - depois de milhentas tentativas...vamos ver se dá)
ufaaaaaaaaaa. estava a ver que não
Belíssimo e delicado poema, Obscuridade. Fico encantada com o seu estilo. Discorre sobre íntimos sentimentos de forma poética em versos simples, mas ricos em beleza e profundos em sentimentos
Beijos.
cara, esse teu blog ta com um visual incrivel. pena nao tive tempo de ler os poemas que devem ser conformes.
voltarei mais vezes
E eu aqui encontrei um poema sublime.
Arrebatador na sua sensibilidade.
Deixo um beijo
É mágico , o mar . Não é ?
Beijito :)
Eu gostei imenso dessa imagem. Inspiradora!
No texto a lua refletes sentires e paixão.
Beijinhosssss
A lua , o mar
Del�rio dos poetas
Bj
luna
Foto espectacular porque salienta o poder magnético que a lua tem...cria na água uma tonalidade fabulosa.
O mar acalma-me, o mar permite reflectir, é um amigo...sinto saudades.
beijo
Na água fria econtramos o calor de uma dor que se faz presente. Na doce maresia se solta a voz vibrante e revolta das salgadas águas. Belo como só o mar, belo como só amor.
Beijo terno no reflexo da lua sobre a vazante
Belo poema que adorei! senti aqui a for�a a imensid�o do mar...
Beijos
a tua verve poética exala um fervor cantado!
O mar... faz pensar... envolve os pensamentos, escuta-nos..
Beijokas
...deste novo querer em mar, deste novo partir e voltar, deste movimento continuo, em rasgos de luz e de brilho, neste saber-me encontrar.....
Não resisti.
Venho fazer uma visita...
Beijito.
A beleza tão imensa do mar descrita em tão poucas palavras, que doce que é este teu poema...
Tão imenso, tão belo, fiquei encantada confesso...
Beijitos :)
Quero ler-te...será possivel? É que me alimenta a alma temos tanto em comum na escrita. Gosto de ler-te. Obrigado.
Beijo fantasma
Olá amigo...
Nunca pensei que fosse tão cedo que tivesse pronto, mas felizmente consegui ter o meu blog pronto já este fim de semana. Então convido-te a entrar na minha nova morada que é www.marisocass.blogspot.com.
Espero por você lá.
Um beijinho e uma boa semana.
Ardor salgado...
Um beijo
Daniel
... um sopro de maresia!
Que este fim de semana seja um amar:)
Serenos sorrisos
Lua e mar
Palavras e sentimentos
Bom fim de semana
Fiquei apaixonada por esta foto. Linda...grande moldura que são estas palavras que deixas...andamos ao sabor das marés...aquelas servas líquidas da nossa Lua, Selene a Grande Deusa...
Suede?! Bom gosto!
mar, lua, noite... conjugação perfeita...
beijinhos
Convido à visita do post intitulado "Carolina" no meu blog.
beijo
Bom fim de semana, Obscuridade!
Beijos
Não sei o que se passa contigo mas gostaria de saber....
Beijinhos
BF
III
Por entre a sujidade dos livros impunes
choro a religião que nunca escreverei.
À beira rio,
bem no seio das rochas do ócio
olho o sol e não traz nada de novo.
Vejo os ténis da cinderela a flutuar
(uma tentativa fútil da sua inocência),
tenta esconder por uma muralha de raiva
o facto de necessitar destes tambores
que vou magoando inexperientemente.
Não posso deixar a maré levá-los,
tudo aquilo de que dependo baseia-se
na frieza do seu perdão que parece não chegar.
Que eles soem eternamente...
De volta aos cortinados avermelhados
antigamente lembro seu choro inicial e,
é em tal felicidade sem consequências,
que recordo onde errei.
De que forma brutalmente obsessiva
como sádico soluço que sufoca e alimenta,
assim te encadernei no negrito do meu ser,
aquele habitante longínquo que se ri
dos tumores do nariz e dentes quebradiços,
foi a ele que foste apresentada
com tal simbiose que não achava possível.
2002
in fotosintese
WWW.MOTORATASDEMARTE.BLOGSPOT.COM
Passando e deixando aqui um beijo perfumado.
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