8 de outubro de 2007

Não vês


Não vês
não sentes
não ouves

O sentimento
ardente
apaixonado
macabro e cego

Não vês
não sentes
não ouves

A paixão
a revolta
no tumulto
do caixão

Não vês
não sentes
não ouves

A razão
do ser
da existência
do poder

Não vês
não sentes
não ouves

A minha voz
a minha dor
o meu grito
o meu ardor

8 comentários:

serenidade disse...

Tu vês,
ouves,
sentes...

o rumor
a melodia
a canção
do coração...

A tua melodia
sentida
nos sussuros
dos teus sentidos:)

Muito bonito, tal como tens habituado (e muito bem) os teus leitores.

Serenos sorrisos

Sol da meia noite disse...

Tem vezes que ninguém ouve os nossos gritos... ou se ouve, nem liga...

Beijinhos!

Papoila disse...

Mesmo nas alturas em que ninguém nos ouve ou vê não deixaremos de sentir...

Gosto de te sentir aqui

Beijinhos
BF

Claudia Perotti disse...

às vezes somos fantasmas ...
Beijinhosssss

Cackau Loureiro disse...

...vê sim, um poema feito com tanta vontade, sentimento que jamais passa despercebido!

=)

Cackau Loureiro disse...

...vê sim, um poema feito com tanta vontade, sentimento que jamais passa despercebido!

=)

Bichinho disse...

Eu vejo, vejo pois.

Beijo fantasma.

Bichinho disse...

Eu vejo, vejo pois.

Beijo fantasma.