21 de agosto de 2007

Solidão


Cai a noite e sinto-me só
desamparado nesta melancolia
estranho esta tristeza
a solidão do espaço
sinto o cansaço
a preguiça
Tento encontrar as palavras
as rimas
a ira
para descrever
esta fobia
Refugio-me na poesia...

4 comentários:

david santos disse...

Belo trabalho. Parabéns!
A poesia é uma arte sem mestre e sem fundo. Não se engana, por erro do Mestre; nem tem tamanho, por ser extremamente grande, grande demais...
Parabéns, amigo.
Este poema é isso mesmo: não sabemos quando nem onde, mas sabemos.
Adorei este trabalho, parabéns.

David Santos

*Prazer em Escrever* disse...

Escrever ajuda, mas não te acompanha, engana! Esquece-se o mundo enquanto se escreve e enquanto isso ela aumenta... quando olhamos para o lado já não está lá ninguém a olhar por ti!
É como sonhar quando não estamos a dormir, leva-nos para um espaço que ninguém mais vê, mas que é tão real!
Adorei o poema! É sincero! Mas o que mais gostei foi a esperança que ele transporta e que procura algures na poesia! A meu ver é mais esperançoso que só...
Poesia sempre muito propria! Boa!

serenidade disse...

Eu tb:(

Papoila disse...

E que nunca te faltem as palavras para nos momentos de solidão escreveres tão belas poesias.

Jinhos
BF